A rã e o escorpião

A RÃ E O ESCORPIÃO

Um escorpião pediu para uma rã ajudá-lo a atravessar o rio, pois não sabia nadar.

A rã negou-se. Tinha muito medo do famoso veneno do ferrão do escorpião.

No entanto, ele argumentou com ela: Não tenha medo, Dona Rã… se eu atacar você, ambos morreremos afogados. E eu não quero morrer.

E assim a convenceu.

O escorpião subiu nas costas da rã e enquanto ela nadava ficou observando o movimento de seus músculos. Mais ou menos na metade da travessia o escorpião feriu-a com seu ferrão.

Já sentindo as dores do veneno e quase sucumbindo, a rã diz ao escorpião: “Por quê fez isso, seu louco? Agora nós dois vamos morrer”.

O escorpião lhe respondeu: “Desculpe-me, não pude evitar… é a minha natureza”.

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Autor desconhecido

8 Comentários em “A rã e o escorpião”

  1. Jossemar Schulz dos Santos

    Essa é a natureza do ser humano. O homem natural, após a queda em pecado, perdeu a imagem perfeita de Deus, e sempre procura se afastar do Senhor. Sua tendência é buscar as coisas do mundo, e fazer o mal. Todos somos pecadores por natureza. Davi disse: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51.5). O apóstolo Paulo também nos lembra: “Porque não faço o bem que eu quero, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7.19). Ao trazerem uma mulher que havia cometido adultério, diante de Jesus, Ele repreendeu os escribas e fariseus os dizendo: “Quem de vocês estiver sem pecado seja o primeiro a atirar uma pedra” (Jo 8.7). Todos são pecadores, e ninguém pode se achar digno e merecedor da salvação. No entanto, Deus nos enviou o seu Filho naquele primeiro Natal para que o mundo fosse salvo por ele (Jo 3.17). O sangue de Jesus nos purifica de todo o pecado (1 Jo 1.7). Quem nele crê não é julgado, mas recebe o perdão e a vida eterna (Jo 3.16,18). Nesta confiança confessemos os nossos pecados, com humildade no coração, buscando o perdão em Cristo Jesus.

  2. Mário

    É da natureza do ser humano tbm, porque muitas vezes vc faz o bem e ele corresponde com a maldade, a indiferença, a ingratidão…

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