O jejum ensinado por Jesus é libertador

O jejum ensinado por Jesus é libertador

O JEJUM ENSINADO POR JESUS É LIBERTADOR

O jejum ensinado por Jesus é libertador

Assunto principal: Jesus ensina acerca do jejum.
Classificação: Doutrinário.
Quebra-Gelo:
Leitura do texto-base: Marcos 1.14-20
Gancho: Qual é a sua obsessão? Neste mundo louco há muitas obsessões. Jesus quer nos libertar de todas elas.

Mensagem de Deus: O JEJUM ENSINADO POR JESUS É LIBERTADOR.

Pergunta auxiliar: De quais OBSESSÕES o jejum ensinado por Jesus nos livra?

Frase de Efeito: O jejum ensinado por Jesus é libertador!

1. O JEJUM ENSINADO POR JESUS NOS LIBERTA DO EXIBICIONISMO

Explicação: Estas pessoas que vieram falar com Jesus (vs 18) tinha visto os discípulos de João e os fariseus jejuando, pois era assim mesmo que eles faziam, jejuavam publicamente, para serem vistos pelos homens. O desejo de ser visto e honrado pelos seus semelhantes é uma verdadeira obsessão humana, que leva a pessoa a consumir o que não tem, ostentar o que não pode, prometer o que não cumpre, fazer o que não deve, enfim, viver em permanente desequilíbrio financeiro, familiar, social, emocional e espiritual.

Ilustração: Pode-se comparar o exibicionista ao pavão, “bicho ostensivo”, que, se tiver as penas arrancadas, veremos que não passa de um frangão.

Fundamentação: Como Jesus nos ensinou a jejuar: Mateus 6.16.

Aplicação: Você é daqueles que vive preocupado com “o que as pessoas vão dizer”? Vive tentando se manter em dia com a moda ou com as inovações tecnológicas? Vive exaltando a si mesmo, tentando impressionar os outros? É capaz de morrer de vergonha se der uma gafe em público? Então você é mais um escravo do exibicionismo.

Ponto-cruz: Jesus não era preso a estas coisas, Ele suportou a vergonha da cruz por mim e por você.

Apelo do meio: Pratique o jejum ensinado por Jesus, aquele exclusivamente entre você e Deus, sem exibição, sem que as pessoas precisem ficar sabendo. Daí, estenda o PNE (Princípio do Não Exibicionismo) para outras áreas de sua vida. Liberte-se desta obsessão.

2. O JEJUM ENSINADO POR JESUS NOS LIBERTA DO LEGALISMO

Explicação: Os discípulos de João e os fariseus jejuavam regularmente, pois as regras da sua religião assim os obrigava. Não era um jejum de contrição, de busca, de petição ou de intercessão. Era o jejum pelo jejum, tão somente para cumprir os normativos da sua instituição religiosa. O legalismo religioso é uma praga que tenta se misturar ao verdadeiro evangelho desde os tempos dos primeiros apóstolos.

Ilustração: ______________________________________________________________

Fundamentação: Todas estas normas humanas são inúteis: Colossenses 2.20-23.

Aplicação: Você é daqueles que vive debaixo de pesadas obrigações religiosas, pretensamente bíblicas? Debaixo de “doutrina”? Tudo é pecado? Tudo é proibido? É quase que obrigado a jejuar e a orar? Então você é mais um escravo do legalismo.

Apelo do meio: Pratique o jejum ensinado por Jesus, não por obrigação, mas por devoção. Jesus ensinou que há tempos de alegria (“Enquanto têm consigo o esposo, não podem jejuar”) e há tempo de aflição (“Mas dias virão em que lhes será tirado o esposo, e então jejuarão naqueles dias”). Somente jejue quando tiver necessidade, por você mesmo, por sua igreja ou por alguém que você ama. Daí, estenda o PNL (Princípio do Não Legalismo) para outras áreas de sua vida. Liberte-se desta obsessão.

3. O JEJUM ENSINADO POR JESUS NOS LIBERTA DO RITUALISMO

Explicação: Ao dizer estas palavras: “Ninguém deita remendo de pano novo em roupa velha; doutra sorte o mesmo remendo novo rompe o velho, e a rotura fica maior. E ninguém deita vinho novo em odres velhos; doutra sorte, o vinho novo rompe os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se; o vinho novo deve ser deitado em odres novos”, Jesus estava deixando bem claro que Ele não veio ao mundo para fazer “remendos” no coração humano ou nos nossos rituais religiosos.

Ilustração: ______________________________________________________________

Fundamentação: Ele veio trazer-nos algo novo. Não uma nova religião, mas uma “novidade de vida” (Romanos 6.4). Ele veio para que tivéssemos vida e vida em abundância (João 10.10), não para que tivéssemos abundância de religião ou de novos rituais.

Aplicação: Você é daqueles que vive preocupado com o tipo de roupa que tem que usar para adorar a Deus? Com o jeito que tem que orar para alcançar a graça de Deus? Com o ritmo certo das músicas para tentar agradar a Deus? Com a perfeição da Campanha para alcançar a bênção? Com as palavras certas? Então você é mais um escravo do ritualismo.

Apelo do meio: Pratique o jejum ensinado por Jesus, aquele de “coração pra coração”, entre o coração de Deus e o seu, entre o coração do Pai e o coração do filho amado. Deixe a novidade de vida inaugurada por Jesus invadir a sua alma. Não aceite remendos em suas velhas práticas religiosas. Peça a Deus uma vestimenta nova, tal como aquela que Ele deu ao “filho pródigo”. Não aceite vinho novo num coração envelhecido pelo pecado, peça a Deus um novo coração. Daí, estenda o PNR (Princípio do Não Ritualismo) para outras áreas de sua vida. Liberte-se desta obsessão.


CONCLUSÃO

O jejum ensinado por Jesus nos liberta do exibicionismo, do legalismo e ritualismo. O jejum ensinado por Jesus é feito em secreto com o Pai, tem objetivos bem definidos e é feito sem normas e rituais, mas de coração de pra coração.


DEUS SEJA LOUVADO!

Autor: Pr Ronaldo Franco (pastor_franco@yahoo.com.br)
14 Dezembro 2009

www.copeb.com.br

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