O barquinho do pensamento

O barquinho do pensamento

O BARQUINHO DO PENSAMENTO

O barquinho do pensamento

Texto: Mc 6.45-52

Propósito Geral: Consolador.

Pano-de-fundo: Jesus tirou os discípulos do meio da multidão e os obrigou a embarcar numa viagem solitária e complicada. Por que? O verso 52 responde: “Pois não tinham compreendido o milagre dos pães; antes o seu coração estava endurecido”.

Gancho: Sabe aquela “cadeirinha do pensamento” que as escolas usam para fazer as crianças pensarem em suas atitudes? Bem, nesta história creio que temos o “Barquinho do Pensamento”, para onde Jesus enviou seus discípulos para que eles pudessem refletir na dureza dos seus corações (mesmo depois de terem participado ativamente do milagre da multiplicação seus corações estavam endurecidos). Talvez o mesmo possa estar acontecendo conosco, pois nós, também, muitas vezes continuamos com o coração endurecido, apesar de Deus estar sempre multiplicando as suas bênçãos em nossa vida. Talvez o desemprego não seja só um desemprego, mas uma “cadeirinha do pensamento”, o mesmo se pode dizer das crises financeiras ou familiares, e outras situações mais que nos obrigam a parar para pensar em nossas atitudes. E você, porventura não estaria, também, nalgum “barquinho do pensamento”?

Mensagem de Deus: QUANDO NÃO ENTENDEMOS O AGIR DE DEUS EM NOSSA VIDA, SOFREMOS DOBRADO.

Frase de Efeito: Quem sofre à toa, sofre dobrado.

– Como Jesus agiu com os discípulos nesta história? Como Ele os fez parar para pensar, reavaliar suas atitudes e amolecer seus corações? Quais foram as suas ESTRATÉGIAS?

O barquinho do pensamento

1. Primeira Estratégia: Ele os tirou do meio da multidão e os colocou na solidão
(mas ficou orando por eles lá no monte).

Muitas vezes, ao ver que há alguma dureza em nossos corações, Deus nos tira de debaixo dos “holofotes” e nos submete a situações adversas, para nos “quebrantar”. Mas, nunca nos abandona à própria sorte. Em todas as religiões nós vemos seus seguidores orando aos seus deuses; no Cristianismo, no entanto, podemos ver um item a mais, incrível: DEUS ORANDO POR NÓS. Na pessoa de Jesus, enquanto Ele esteve entre nós e, hoje, na pessoa do Espírito Santo. Aleluia! Jesus não quer que soframos à toa, Ele quer apenas que mudemos nossas atitudes, que amoleçamos o nosso coração.

O barquinho do pensamento

2. Segunda Estratégia: Ele os deixou sozinhos no mar revolto

(mas ficou olhando por eles lá do monte).

Muitas vezes Ele nos deixa sozinhos, com aquele miserável sentimento de distanciamento de Deus, dando-nos a impressão que as nossas orações nem sequer “atravessam o teto”. Mas, por mais distantes que estejamos, os Seus olhos de amor estão sempre sobre nós. Ele não quer nos perder de vista, quer apenas que mudemos nossas atitudes, que amoleçamos o nosso coração.

O barquinho do pensamento

3. Terceira Estratégia: Ele os deixou lutar contra a maré até suas forças quase se acabarem
(mas veio em seu socorro na hora exata).

Muitas vezes Deus nos deixa lutando contra a maré, nos debatendo, sem sair do lugar. Mas Ele nunca deixará que sejamos engolidos pelo mar. Sempre veio e sempre virá em nosso socorro, pois Jesus não quer que morramos, quer apenas que mudemos nossas atitudes, que amoleçamos o nosso coração.

CONCLUSÃO

Ao tirar seus discípulos de “debaixo dos holofotes”, deixá-los na solidão, lutando em vão contra a maré, Jesus estava colocando-os no “barquinho do pensamento”, para que eles pudessem reavaliar suas atitudes. Ao sustentá-los com Sua oração, ficar de olho neles e vir em seu socorro na hora exata, Ele estava amolecendo os seus corações.

Jesus não quer que ninguém sofra à toa, ou se dê mal, quer apenas que mudemos nossas atitudes e amoleçamos nosso coração.

Deus seja louvado!

Autor: Pr Ronaldo Franco
30/06/2010

www.copeb.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *